Medidas adotadas em Araguaína são recomendadas pela Sociedade Brasileira de Infectologia

A cidade segue as diretrizes para evitar o contágio na primeira fase da doença. O prefeito Ronaldo Dimas elencou os pontos essenciais e medidas para o enfrentamento do vírus

Araguaína foi a primeira cidade do Tocantins a adquirir os testes rápidos para covid-19 e está em ação para implantação de 20 leitos de unidades de tratamento intensivo (UTI) para atendimento exclusivo à doença

Em Araguaína, as medidas tomadas para enfrentamento do novo coronavírus (covid-19) são de acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Infectologia, filiada à Associação Médica Brasileira. O documento traz as diretrizes a serem tomadas em cada fase epidemiológica da doença.

“Já fomos bem mais além das recomendações para cidades que estão na primeira fase da doença. E se houver alastramento de casos na cidade, novas medidas de contenção serão tomadas rapidamente”, assegurou o prefeito Ronaldo Dimas.

A primeira fase epidemiológica da covid-19, de acordo com o documento, é de “casos importados”, em que há poucas pessoas acometidas e todas regressaram de países onde há epidemia.

De acordo com as medidas preventivas mais eficazes para reduzir a capacidade de contágio nessa fase do novo coronavírus são: “etiqueta respiratória”; higienização, com água e sabão ou álcool gel a 70%, frequente das mãos; identificação e isolamento respiratório dos acometidos pela covid-19 e uso dos EPIs (equipamentos de proteção individual) pelos profissionais de saúde.

Medidas adotadas

Desde o início da pandemia, o prefeito Ronaldo Dimas vem publicando decretos seguindo às orientações das autoridades em saúde. Com o controle epidemiológico, foi possível o funcionamento de parte do comércio com restrições. O caso confirmado de coronavírus na cidade segue em isolamento domiciliar e acompanhado pelas equipes de saúde do Município.

Araguaína foi a primeira cidade do Tocantins a adquirir os testes rápidos para covid-19 e está em ação para implantação de 20 leitos de unidades de tratamento intensivo (UTI) para atendimento exclusivo à doença.

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Mais medidas

Locais de alimentação devem manter espaçamento mínimo entre mesas de dois metros e no máximo seis cadeiras por mesa, sendo terminantemente proibida a venda e o consumo de bebida alcoólica. Já os de embelezamento ter espaçamento mínimo de dois metros entre cadeiras de atendimento e atender exclusivamente com hora marcada, com permanência de apenas um cliente em espera.

Esses devem adotar medidas para diminuir as chances de contágio, como disponibilizar álcool 70 graus INPM líquido ou em gel para funcionários e clientes, evitar superlotação do espaço físico interno, manter distanciamento, além de divulgar informações sobre a prevenção. Também precisam criar mecanismos para manter os ambientes arejados e saudáveis.

Sobre as recomendações

As diretrizes da Sociedade Brasileira de Infectologia aponta que a epidemia é dinâmica e o Brasil é um país “continental”. Segundo as normas, diferentes cidades e estados podem apresentar fases distintas da epidemia.

Além da primeira fase da doença, há ainda mais duas etapas: A segunda é de transmissão local, quando pessoas que não viajaram para o exterior ficam doentes, ou seja, há transmissão autóctone, mas ainda é possível identificar o paciente que transmitiu o vírus, geralmente parentes ou pessoas de convívio social próximo.

E finalmente pode ocorrer a terceira fase epidemiológica ou de transmissão comunitária, quando o número de casos aumenta exponencialmente e perdemos a capacidade de identificar a fonte ou pessoa transmissora.

O documento completo pode ser acessado no link https://bit.ly/3dHSCnQ

Fonte: Thatiane Cunha /Foto: Marcos Sandes/Ascom

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